tempo de oportunidades

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sexta-feira, setembro 23, 2016

Oremos mais!

 

Nesse mundo tão hostil, torna-se imprescindível desenlvover o hábito de orar. São muitos os infortúnios e tragédias que nem imaginamos. Na última terça, (21), véspera da Primavera, percebi um mundo sobrio ao invés de florido para algumas pessoas. Ao ir em (Vila Velha-ES), realizar duas visitas em hospitais, vi o choro de uma senhora que retornava da UTI. Aproximei-me e ao aborda-la, ela disse o seguinte: "É minha sobrinha, de 42 anos. Em função de antibióticos, foi preciso amputar as duas pernas e está toda inchada. Acabaram de levá-la para o Centro Cirúrgico, onde irão ter de amputar os dois braços. Ela já se encontra internada há um mês. O problema é que a sua mãe tem Alzheimer e é totalmente dependente dela".
 
Em seguida, eu estava em direção a um cartório, no bairro de Laranjeiras, Serra-ES; onde levaria alguém para se casar. Instantaneamente, me deparei com uma irmã, que em lágrimas contou-me de suas aflições. Ali, naquela rua movimentada, o que deu para fazer naquele momento, foi orar - independente dos transeuntes daquela via. Aproveitei a companhia da irmã Rodinea e oramos juntos.
Hoje, 23 de setembro, quando resolvo publicar esse texto, recebi mais um pedido para orar por alguém. Era uma jovem clamando por sua irmã que, novamente foi hospitalizada para guerrear contra um câncer que insiste em querer destruí-la.
 
Assim, é certo que não iremos resolver os problemas de todas as pessoas, mas poderemos nos compadecer das mesmas, orando e direcionando-as para uma perspectiva de vida melhor. Portanto, ao invés de perdermos tempo, falando mal uns dos outros, oremos mais uns pelos outros, pois a qualquer momento, poderemos carecer da ajuda de quem falamos.
 

Célio Barcellos/pastor




Oremos mais!

foto: noticias.adventistas.org


Nesse mundo tão hostil, torana-se imprescindível desenlvover o hábito de orar. São muitos os infortúnios e tragédias que nem imaginamos. Na última terça, (21), véspera da Primavera, percebi um mundo sobrio ao invés de florido para algumas pessoas. Ao ir em (Vila Velha-ES), realizar duas visitas em hospitais, vi o choro de uma senhora que retornava da UTI. Aproximei-me e ao aborda-la, ela disse o seguinte: "É minha sobrinha, de 42 anos. Em função de antibióticos, foi preciso amputar as duas pernas e está toda inchada. Acabaram de levá-la para o Centro Cirúrgico, onde irão ter de amputar os dois braços. Ela já se encontra internada há um mês. O problema é que a sua mãe tem Alzhame e é totalmente dependente dela".
 
Em seguida, eu estava em direção a um cartório, no bairro de Laranjeiras, Serra-ES; onde levaria alguém para se casar. Instantaneamente, me deparei com uma irmã, que em lágrimas contou-me de suas aflições. Ali, naquela rua movimentada, o que deu para fazer naquele momento, foi orar - independente dos transeuntes daquela via. Aproveitei a companhia da irmã Rodinea e oramos juntos.
Hoje, 23 de setembro, quando resolvo publicar esse texto, recebi mais um pedido para orar por alguém. Era uma jovem clamando por sua irmã que, novamente foi hospitalizada para guerrear contra um câncer que insiste em querer destruí-la.
 
Assim, é certo que não iremos resolver os problemas de todas as pessoas, mas poderemos nos compadecer das mesmas, orando e direcionando-as para uma perspectiva de vida melhor. Portanto, ao invés de perdermos tempo, falando mal uns dos outros, oremos mais uns pelos outros, pois a qualquer momento, poderemos carecer da ajuda de quem falamos.
 
Célio Barcellos/pastor




segunda-feira, setembro 12, 2016

Construa pontes ao invés de muros

foto: www.blogdocae.com.br


Por Célio Barcellos
 
A recente onda migratória de refugiados tem feito países europeus tomarem medidas drásticas para conter o ritmo de pessoas que cruzam as suas fronteiras. Além da vigilância por céu, terra e mar, os governos desses países têm proposto medidas radicais de construir muros para impedir a entrada de pessoas desesperadas que fogem das constantes guerras em seus países.
 
Será que medidas como essa, solucionarão os problemas? Não seria melhor construir pontes ao invés de construir muros?
 
Quando digo construir pontes, não quero mencionar que essa iniciativa somente deve partir de quem recebe, mas também de quem envia. Ou melhor: de quem obriga as pessoas a saírem de seus ambientes, em função de egoísmo, ganâncias e radicalismo exagerado que somente destroem ao invés de construir.
 
Para aqueles que creem na história bíblica, a mesma apresenta os resultados daninhos do pecado. Ela mostra que se o homem não rompesse com Deus, tudo seria diferente. No entanto, ela também aponta meios para a solução de muitas coisas que tem conduzido a humanidade para uma espécie de “barril” recheado de pólvora, onde uma simples fagulha poderá explodir tudo.
 
Em seu livro “Educação”, a escritora norte americana Ellen White, ao falar sobre o Éden, retrata-o como sendo uma escola: “O Jardim do Éden era a sala de aula; a Natureza, o compêndio; o próprio Criador, o instrutor; e os pais da família humana, os alunos”. Que descrição fantástica!
 
De acordo com a Bíblia o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1:26). E segundo White, o pecado “deslustrou essa imagem”. Para ela, o “Jardim do Éden era uma representação do que Deus desejava se tornasse a Terra toda; e era Seu intuito que à medida que a família humana se tornasse mais numerosa, estabelecesse outros lares e escolas semelhantes à que Ele havia dado.”
 
Que maravilha!
 
Comentando sobre essa descrição fantástica, White ainda diz mais: “com o correr do tempo, a Terra toda seria ocupada com lares e escolas em que as palavras e obras de Deus seriam estudadas e onde os estudantes mais e mais ficariam em condições de refletir pelos séculos sem fim a luz do conhecimento de Sua glória.” Oh maravilha!
 
Se porventura, o presente texto, está sendo lido por alguém que o vê como palavras utópicas, dê a chance de conhecer o que Deus tem para a humanidade. Apesar de não compreender tudo, perceberá que os ideais de Deus, são muito melhores do que as ambições dos homens. Ambições essas, que destroem a vida e felicidade das pessoas.
 
Assim, se a mudança começar por cada um de nós, não será preciso construir barreiras, pois cada um olhará para o outro como alguém da sua própria gente, pois onde [eu] estiver ou de onde o outro vier, serão fincados “marcos de reencontros”, pois toda a terra deve ser uma escola e seus moradores eternos aprendizes; afinal, os seres humanos foram separados pelo mal, mas o Senhor quer reuni-los pelo bem.
 
Portanto, nade de muros. O mal, já nos separou de Deus das pessoas. Ao invés disso, construamos pontes, pois as mesmas, devem nos integrar à civilização e não à destruição. Lembrem-se: apesar de cores e condições diferentes, somos de uma única família – a família humana. E já que estamos espalhados pelo mundo e queremos convivência, o melhor a fazermos é construirmos pontes e não muros.
 

sexta-feira, setembro 09, 2016

As nuvens negras passarão


Por Célio Barcellos

Hoje, sexta-feira, 09 de setembro, por volta das 5:30, fui para o escritório fazer a minha devoção pessoal. Em determinado momento, olhei para a varanda e pude ver o sol nascer. Como é maravilhoso ver o sol! O seu brilho, a sua cor, a sua força, tudo irradia grandeza.

No entanto, retomei os pensamentos para o que eu estava fazendo, porém, não me contive e novamente olhei para o sol. Desta vez, ele estava coberto, nublado, sem o devido brilho. Automaticamente, me veio à mente vidas sombrias e envoltas em trevas.

Quero dizer, que, o primeiro ser que me veio à mente, "foi eu mesmo". Todos passam por momentos tristes, sombrios, depressivos, enfim... as trevas e sobras do mal, tendem a escurecer a aurora da vida. Em função dos muitos problemas e da existência do mal, há uma tendência de causar desânimo e com isso a desistência de sonhos e de projetos realizados. 

Mas,  ao olhar para o sol e ver que o mesmo está envolto à escuridão, é preciso esperançar e olhar além. Não deixe brechas na alma para que as sombras da escuridão venham causar danos. O sol, mesmo em meio às nuvens, continua a iluminar a terra. Ele não desiste e por isso as nuvens passam e ele permanece firme cumprindo a sua função.

Se porventura, você que está lendo esse texto, passa por momentos de tristeza e escuridão, não se entregue às trevas. Pelo contrário, busque forças e ajuda de alguém; especialmente dAquele (Deus) que mantém o sol, a órbita da terra e o universo. Creia e viva! Lute e prossiga! Com Deus, ainda assim, as sombras aparecerão, mas tenha a certeza, de que logo passarão, pois você foi feito para brilhar - no Senhor! 

Que Deus te restaure e te abençoe!

ARTIGOS ESPECIAIS -:)